Futuro do livro pode estar em edições bem acabadas e para colecionadores
Na concorrência com o e-book, que tem basicamente o mesmo conteúdo e custa cerca de 30% menos, a luta pode ser estética.
   
“Um novo mercado tem se desenvolvido e pode ser uma saída para o livro impresso num futuro que se prevê digital (especialmente para obras de entretenimento e pesquisa).” É do que trata matéria do Estadão.com.br publicada na última sexta-feira, dia 20.
A reportagem aponta o nicho de edições caprichadas, com um projeto gráfico ousado, impressas em tiragens industriais e que cabem no bolso de quase todos os leitores, ou pelo menos dos que valorizam o objeto livro. A edição de luxo de Nação Corinthians (foto), por exemplo, com fotos autografadas por jogadores, obra com mais de 600 páginas e 28 quilos lançada pela Toriba no ano passado, teve os 11 exemplares vendidos em 30 dias. Custavam R$ 15 mil cada.

Esse é um extremo, ressalta a matéria. Livros de colecionador ou de artista, feitos em tiragens reduzidíssimas, alguns assinados e numerados... Assim, na concorrência com o e-book, que tem basicamente o mesmo conteúdo e custa cerca de 30% menos, a luta pode ser estética. Confira a matéria completa  
 

 


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