Cai a quantidade de lares que adquirem materiais de leitura
Pesquisa aponta que, em seis anos, a proporção de domicílios que adquiriu livros não didáticos aumentou apenas 0,63%.
   
A proporção de domicílios que adquiriram algum material de leitura caiu de 40,66% para 36,16% no período que compreende os anos de 2008 e 2009, em comparação a 2002-2003. É o que aponta a pesquisa LOF – O Livro no Orçamento Familiar, cujos dados vêm da Pesquisa de Orçamentos
Familiares (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Considerando apenas livros não didáticos, houve aumento de 0,63 ponto percentual, passando de 7,47% a 8,10%. É importante levar em consideração que a definição utilizada de livros não didáticos inclui livros religiosos, técnicos e dicionários.

O item “material de leitura” inclui jornais, revistas, fotocópias, apostilas, bibliotecas, livros religiosos, livros não didáticos, didáticos e técnicos, assim como dicionários. Material de leitura representa 0,4%, 0,1 ponto percentual a menos que em 2002-2003.

O valor médio anual gasto por família com a compra de todos os tipos de material de leitura era pouco menos de R$ 160,00 em 2002-2003 (a preço de janeiro de 2009). Esse valor caiu para R$ 130,00, enquanto o gasto com os equipamentos de TV, vídeo etc. era de R$ 563,38 e subiu para R$ 665,0. Os gastos com telefonia passaram de quase R$ 260,00 para R$ 425,00. No total, os gastos com material de leitura cairam quase 4,0%, o que significa uma diminuição de R$ 7,75 bilhões em 2002-2003 ara R$ 7,45 bilhões em 2008-2009.

Informações de PublishNews
FOTO: ilustrativa / confuciomoura
 
 

 


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