“A Vida é Breve e Passa ao Lado” ganha quarta reimpressão
Obra publicada pela editora Dublinense é o que o editor Rodrigo Rosp definiu como long-seller, com demanda constante dos leitores.
   
O escritor Menalton Braff define a linguagem utilizada em A Vida é Breve e Passa ao Lado como “moderna sem os trejeitos daqueles que pensam fazer concessão à linguagem popular; e é clássica sem o bolor de quem pensa escrever para nossos antepassados”. A escolha de Henrique Schneider por fazer literatura desta forma segue dando
sinais de acerto: o livro está em sua quarta reimpressão, já disponível nas livrarias e na loja oficial da editora, a Dublinense.

Sinopse de A Vida é Breve e Passa ao Lado

Desde 2011, quando foi lançada, a obra gera interesse frequente. “Há livros que estão esgotados, mas ninguém mais pede, de forma que entendemos que a demanda por ele já se esgotou – e sempre pode ser comprado, ainda, em alguma livraria ou sebos”, explica Rodrigo Rosp, editor na Dublinense. “Já outros seguem vendendo e gerando pedidos: são o que se chama de long-sellers, livros que têm um ciclo de vida maior. Felizmente, os livros do Henrique estão nessa categoria.”

A Vida é Breve e Passa ao Lado reúne contos da coluna Vida Breve, publicada semanalmente pelo jornal ABC Domingo entre 2003 e 2017. “Esta é a peculiaridade desta obra”, resume Schneider. “Não surgiu como livro, um procedimento diferenciado em relação aos demais.”

Para Rosp, trata-se de um livro que “mescla alto valor literário com uma singeleza, uma obra democrática, no sentido que permite acesso a qualquer nível de leitor”. “É isso que me encanta no texto do Henrique: a capacidade de comunicação com todos os públicos”, resume o editor.

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Sobre a editora

A Dublinense nasceu do não. Ou da Não. Mais precisamente, do não da Não. Era 2009, e o Rodrigo Rosp apareceu com essa ideia de montar uma editora que fosse eclética, que se permitisse navegar à vontade pelos diversos gêneros. O motivo era claro: há dois anos como sócio da Não Editora, ele recebia uma infinidade de originais que adorava, mas que não se encaixavam na proposta bastante específica da casa. Gustavo Faraon topou, e lá fomos nós. Tem como proposta editorial formar um catálogo eclético, de valor literário e comercial, que compreenda o melhor da literatura brasileira e estrangeira de ficção, negócios, humanidades, esportes, música e viagens (dublinense.com.br).

> Notícia publicada em 15/09/2017.
 
 

 


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