Estudantes estréiam curtas baseados na obra de Henrique Schneider
Alunos de Ensino Médio da Escola de Aplicação Feevale produziram vídeos durante o ano no projeto “Outros Olhares”.
   
Estudantes da Escola de Aplicação Feevale, em Novo Hamburgo, contam as horas para a estréia e a premiação dos curta-metragens produzidos em 2010 no projeto Outros Olhares. São alunos da 2ª Etapa do 1º Ciclo do Ensino Médio desafiados a realizar filmes de ficção inspirados na obra do escritor Henrique Schneider.
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O resultado dos trabalhos será conhecido no dia 30 de novembro, a partir das 19h30min, no Salão de Atos do Campus II da Feevale. Já a premiação dos melhores ocorre em 06 de dezembro, no mesmo horário e local. Coordenaram o projeto os professores Rosane Maria Maitelli, Leonardo Castro Dorneles, Morgana Domenica Hattge, Rodrigo Perla Martins, Lovani Volmer e Donesca Calligaro.

DEDICAÇÃO – Foram meses de dedicação. Atividades envolvendo leitura dos contos do escritor, roteirização, oficinas de áudio e vídeo, captação de imagens, edição e finalização. Para abarcar todas essas áreas, o Outros Olhares opera em parceria com os cursos de História e Comunicação Social da Universidade Feevale.

Segundo a professora Rosane Maitelli, cada atividade proposta tem a capacidade de apreender e aguçar o imaginário. "O projeto transporta cada participante para um mundo, antes desconhecido, através da literatura, da língua portuguesa, da história e da filosofia, constituindo sujeitos mais sensíveis e engajados na vida social e cultural da sua comunidade."

Ponto de partida


Para Bruno Fogaça, de 16 anos, aluno da turma 121M, foi uma experiência estimulante. Ele e os colegas aprenderam a fazer desde os roteiros até a gravação. "A convivência com outros colegas aumentou muito. Nos víamos todos os dias. Participei bastante nos filmes, fui ator em dois, e gravei um", lembra o jovem, entusiasmado.

O contato com Henrique Schneider durante uma palestra, avalia Bruno, fez com que todos descobrissem como é seu processo produtivo, o que os fez seguir os mesmos caminhos. “Sempre digo que literatura deve ser ponto de partida, nunca de chegada”, defende o escritor. “É gratificante saber que seu trabalho está promovendo a cultura às novas gerações.”

Com informações de Imprensa Feevale

FOTO: reprodução / Feevale
 
 

 


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