Henrique Schneider é uma das atrações da noite. Lê os contos da
Vida Breve ao som do blues de George Arrienti. Ele comemora a possibilidade de aliar música e literatura em um momento de difusão da cultura em sua cidade natal. “Novo Hamburgo precisa de mais iniciativas como essa. O Olé vem criando uma rotina muito legal”, avalia Schneider.
E misturar gêneros culturais não é novidade para o escritor hamburguense. No ano passado, durante o
Leituras Feevale Contos da Vida Breve, dividiu o palco com a Dama do Jazz, dona Ivone Pacheco. Foram duas oportunidades: na abertura, em Novo Hamburgo, e no encerramento, em Porto Alegre. O projeto é patrocinado pela Universidade Feevale.
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